A nova fase do AVAC-R exige mais técnica, segurança e eficiência

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A transição para refrigerantes de menor impacto ambiental já está em curso no setor de AVAC-R e vem transformando profundamente a forma como os sistemas de climatização são projetados, instalados e operados. Com a substituição gradual dos HCFCs por fluidos refrigerantes inflamáveis, o mercado passa a lidar com novos desafios técnicos, operacionais e, principalmente, de segurança.

À medida que essa mudança avança, cresce também a necessidade de informação qualificada e orientação técnica. É nesse contexto que iniciativas como a Renabrava 13 – Recomendações Técnicas da Abrava ganham relevância. Embora não substitua normas técnicas ou exigências legais, o documento atua como um guia prático para projetistas, técnicos e engenheiros que precisam tomar decisões cada vez mais complexas em um mercado em rápida evolução.

A atualização se fez necessária porque a recomendação anterior, a Renabrava 5, foi publicada há cerca de 20 anos, em um cenário muito diferente do atual. Desde então, a indústria avançou de forma significativa, impulsionada por exigências ambientais mais rigorosas, novas tecnologias e pela adoção de refrigerantes com menor potencial de aquecimento global.

Segundo Lucas Fugita, engenheiro químico e especialista em Serviços Técnicos, Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da Chemours, hoje não basta apenas conhecer o nome do fluido refrigerante utilizado em um sistema. É fundamental compreender seu desempenho, eficiência energética, compatibilidade com componentes, além da conformidade com normas técnicas e regulamentações de segurança vigentes.

Esse cuidado se torna ainda mais importante em aplicações comerciais, como supermercados e edifícios de grande circulação, onde os sistemas de refrigeração muitas vezes estão instalados próximos a funcionários e clientes. Com a entrada dos refrigerantes das classes A2L e A3, a segurança passa a ocupar um papel central em todas as etapas do projeto e da operação.

Dentro desse novo cenário, a Renabrava 13 também dedica atenção especial ao R-32, refrigerante que vem se consolidando como padrão em sistemas de ar-condicionado split, tanto residenciais quanto comerciais leves. Sua adoção crescente pelos principais fabricantes reflete a busca por maior eficiência energética e alinhamento com as diretrizes ambientais do setor.

Mais do que uma simples mudança de fluido, essa transição representa uma evolução estrutural do AVAC-R. Projetos mais bem dimensionados, instalações qualificadas, manutenção adequada e gestão inteligente dos sistemas passam a ser indispensáveis para garantir desempenho, segurança e sustentabilidade ao longo do tempo.

Na Argreen, acreditamos que o futuro da climatização passa pelo uso consciente da tecnologia, apoiado por conhecimento técnico, boas práticas e soluções que entreguem eficiência real e segurança operacional. Em um setor em constante transformação, informação e preparo são os principais aliados para uma transição bem-sucedida.

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